O povo com fome, não ama.
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Passeiam num futuro não distante
A desgraça de um povo
Sua fome, miséria, medo
Num futuro não tão distante se repete um passado atroz
Que ecoa no presente
E se faz presente o choque
Será mesmo verdade toda essa atrocidade?
Não aceitaremos novos chicotes
Não aceitaremos novos feitores
Não aceitaremos o que a casa grande insiste em nos empurrar a força.
Basta. Se é para morrer, que seja lutando, porque de trabalho, ainda nos devem 358 anos.
Aryelle Almeida

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