Sem margem

 



Escrever salvou minha vida, penso que a arte salva minha vida todos os dias, afinal, a música, os livros, desenhos, ilustrações, colagens, filmes, séries... enfim, tudo isso e muito mais, faz surgir o melhor de mim e me lembra de que não importa o quão as coisas estejam ruins, sempre posso encontrar um motivo para ter esperança. É por isso que escrevo tão desesperadamente, em busca disso, do que ainda não tem nome, mas eu sinto que exite, essa liberdade de ser, esse desejo de consumir e sentir tudo com o máximo de verdade. Quero decifrar o mundo, me virar do avesso e conhecer as fronteiras de mim. Preciso entender quem eu sou no mundo, e como minha presença nesse tempo espaço pode contribuir com outras pessoas e fazer outras realidades serem melhores. Eu quero ser feliz. Eu quero contribuir para a revolução do mundo. Eu quero ser suficiente para mim. Eu quero amar e ser amada. Eu quero conhecer o mundo. Quero sempre ter uma casa para aonde voltar... Enfim, eu poderia nunca dar um fim para esse texto cheio de caraminholas, mas por hora, acredito que está dito o necessário. 


Aryelle Almeida

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